“O amor não dói. O que faz doer é o que as pessoas confundem com o amor. O amor, em si, é um sentimento bom e só acrescenta coisas boas aos que sentem isso, mas de resto, os que acham que amam e não amam, de fato, acabam por decepcionar os outros e a si mesmo.”
— Marcos Filipe. (via in–flames)
“Eu gosto de errar. Sinto o cheiro e gosto dos meus erros e simpatizo com eles. O certinho me causa desconfiança. Antipatizo com o correto. Prefiro a minha infelicidade com flashes de felicidade momentânea… Esperar não é para mim. Produzo teorias que não servirão para nada. Invento palavras que não existem, faço meu próprio dicionário. Crio definições que só eu uso e, ainda por cima, me mato de rir. Prefiro a minha insanidade com flashes de sanidade instantânea… O que presta é o que me interessa. O que eu quero, agarro. O que eu desejo, abraço. O que eu sonho, desenho. O que eu imagino, escrevo. O que eu sinto, escondo. A perfeição está no meu humor. Está na minha emoção. Está nas minhas linhas tortas e devaneios tolos. Nem sempre minhas ações condizem com as minhas palavras. Me conheça. Me decifre. Me ame. Me devore.”
— Clarissa Corrêa.
(via citariei)
(via citariei)
“Não faça parte dessa geração que compete quem é mais desapegado. Não finja que não se importa. Não fique aí lutando contra você mesmo, você vai ser a única a perder. Não se sinta idiota por sentir muito, idiota é quem sente pouco. Transborde-se.”
— Lego House. (via velejo)
“Ou você é fiel, ou não é. Não é uma questão de obrigação, é uma questão de caráter.”
— Jemisson Lopes (via delator)
“Sou forte. Meio doce e meio ácida. Em alguns dias acho que sou fraca. E boba.”
— Clarissa Corrêa. (via se-eu-pudesse)